tinta-da-china sobre papel
A palavra amo-te sai quase automaticamente do meu corpo. Tanto assim é que, enquanto criava esta ode ao amor-próprio, várias vezes me fugiu a mão para o amor pelo outro. Este processo só me mostrou mais uma vez que é preciso um investimento intencional na nossa relação connosco, começando pela expressão mais frequente daquilo que sentimos pelas partes de nós próprios de que mais gostamos.